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Vivências Botânicas

Vivências Botânicas

 

Em novembro, em Ciências Botânicas propomos sair do que é visível e passarmos a ver aquilo que só sabemos que existe, graças ao efeito que produz: O AR.

 

09/11 –O Invisível que Move o Mundo: Investigando o ar e o vento

 

Como provar que algo existe se a gente não consegue enxergar? Nesta semana, o nosso laboratório científico se dedica a explorar um dos maiores mistérios do mundo natural para os pequenos: o ar! Com propostas lúdicas e cheias de encanto, vamos dar forma, movimento e presença a esse elemento invisível que está ao nosso redor o tempo todo.

As crianças vão encher sacos para sentir o volume do ar ocupando espaço, soprar bolhas de sabão brilhantes, fazer corridas de penas e folhas secas apenas com o sopro e fabricar grandes rajadas de vento usando leques e papelões. Ao comparar como diferentes materiais reagem ao sopro e ao vento, os pequenos cientistas descobrem, na prática, que aquilo que não vemos tem força, ocupa lugar e é capaz de movimentar o mundo!

O que os pequenos cientistas vão vivenciar:

  • Construção de conceitos físicos abstratos: Compreensão prática de que o ar é matéria, possui massa, ocupa espaço e exerce força.
  • Experimentação e análise comparativa: Observação direta da resistência do ar e da ação do vento sobre materiais de diferentes pesos e texturas.
  • Controle do sopro e motricidade orofacial: Exercício lúdico de regulação da força da respiração através de bolhas e sopros guiados.

Traga seu pequeno para criar vento, soprar descobertas e responder com a gente: Como podemos sentir aquilo que os nossos olhos não conseguem ver?

 

16/11 –  Observatório do Vento: Cartografando as brisas do Quintal

 

Depois de descobrirmos que o ar ocupa espaço, é hora de sair a campo e levar a nossa investigação científica para o meio da natureza! Nesta semana, o Quintal se transforma em um autêntico centro de observação meteorológica, onde os pequenos vão rastrear a presença, a força e os caminhos do vento entre as árvores e os cantos do nosso espaço.

Munidas de fitas coloridas, cataventos e birutas artesanais construídas por elas mesmas, as crianças vão espalhar seus detectores por diferentes pontos e altitudes. Elas observam com atenção: O que se movimenta primeiro: as folhas mais altas da copa ou as mais baixas perto do chão? O vento sopra sempre para o mesmo lado? Onde ele é mais forte? Para registrar tantas descobertas, os pequenos criam um mapa visual dos caminhos do vento, transformando percepção sensorial em pura investigação científica.

O que os pequenos cientistas vão vivenciar:

  • Observação meteorológica e mapeamento: Identificação de correntes de ar, variação de intensidade e direção do vento no ambiente natural.
  • Engenharia e construção de instrumentos: Confecção de ferramentas simples (birutas, cataventos e fitas) para medir e evidenciar fenômenos físicos.
  • Hipóteses e análise espacial: Formulação de perguntas e comparação de dados entre diferentes microclimas e alturas do Quintal.

Traga seu pequeno para construir seu catavento, seguir a brisa e descobrir: Em qual canto do Quintal o vento gosta mais de passear hoje?

 

23/11 – Plantas que viajam com o Vento: Sementes voadoras e paraquedas da natureza

Como as plantas conseguem mudar de lugar se não têm pernas para andar? Elas pegam carona com o vento! Nesta semana, o nosso Observatório do Vento se volta para a engenharia fantástica da botanica, investigando como árvores e flores usam a brisa do ar para espalhar suas sementes e povoar novos cantos do mundo.

As crianças vão analisar de perto sementes de verdade que parecem verdadeiros paraquedas, hélices e asas de passarinhos, comparando o seu voo com o tombo rápido das sementes mais pesadas ao serem soltas da mesma altura. Em seguida, no nosso ateliê de invenções, os pequenos botânicos usam papéis, folhas secas e tecidos leves para criar suas próprias Sementes Inventadas, testando diferentes formatos no ar para descobrir quais modelos flutuam por mais tempo e viajam mais longe!

O que os pequenos cientistas vão vivenciar:

  • Botânica e ecologia da dispersão: Compreensão lúdica sobre a anemocoria (dispersão de sementes pelo vento) e a sobrevivência das espécies.
  • Design e aerodinâmica: Investigação das relações entre peso, formato, resistência do ar e tempo de queda.
  • Prototipagem e experimentação: Criação de modelos tridimensionais, teste de hipóteses e comparação de resultados em voo.

Traga seu pequeno para criar sementes voadoras, soltar no ar e descobrir com a gente: Qual é o formato perfeito para uma semente viajar bem longe no vento?

30/11 – Quando o Vento Encontra Resistência: A física das superfícies e das formas

O que acontece quando o vento esbarra em um obstáculo? Depois de investigarmos as sementes que voam, nesta semana vamos explorar a relação fascinante entre o ar em movimento e a geometria das coisas. Por que o vento carrega uma folha aberta com tanta facilidade, mas não consegue empurrar a mesma folha quando ela está amassada?

Com o vento natural do Quintal ou gerando rajadas com leques e grandes placas de papelão, os pequenos cientistas colocam à prova diferentes materiais e formatos: tecidos esticados versus enrolados, papéis planos versus amassados, penas, pequenos paraquedas e pedras. As crianças observam, comparam e testam hipóteses enquanto descobrem que a forma, a leveza e a área de contato de um objeto mudam completamente a maneira como ele “conversa” com o vento.

O que os pequenos cientistas vão vivenciar:

  • Conceitos de aerodinâmica e força: Compreensão prática sobre resistência do ar, arrasto e superfície de contato.
  • Pensamento científico e comparação de variáveis: Análise direta de como a alteração na forma de um mesmo material modifica sua resposta à gravidade e ao vento.
  • Exploração sensorial e motricidade: Ação motora intencional ao gerar e direcionar correntes de ar para testar o comportamento dos objetos.

Traga seu pequeno para testar formas, desafiar a gravidade e responder com a gente: Por que o vento consegue carregar algumas coisas com facilidade e outras não?

 

Serviço:
Nome da atividade/ação: Vivências Botânicas
A vivência acontece nas segundas-feiras as 10h30 e 16h20 (1h de duração)

Idade recomendada: 3 a 10 anos
Valor: Diária R$ 115,00 | Hora avulsa: R$ 45,00